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O tratamento oncológico do câncer gástrico do tipo adenocarcinoma consiste na ressecção do tumor, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e drogas de alvo molecular. A escolha dos medicamentos depende do tamanho do tumor, da presença ou não de doença a distância (metástases) e de algumas características do próprio tumor. Além dos adenocarcinomas existem outros tumores mais raros com tratamentos específicos.

A quimioterapia pode ser realizada antes e após a ressecção cirúrgica do tumor e por isso chamada de tratamento peri-operatório ou após a ressecção cirúrgica do tumor chamada de tratamento adjuvante. Os quimioterápicos agem em mecanismos celulares que impedem a sua duplicação, com isso diminui o a proliferação das células tumorais. No entanto, como estes medicamentos agem   na duplicação celular, eles também afetam células normais que se duplicam com frequência como as células sanguíneas (hemácias, glóbulos brancos e plaquetas).  Os quimioterápicos são na maioria das vezes injetados por via endovenosa, diluídas em soro fisiológico ou glicosado. Os demais são comprimidos que oferece maior comodidade ao doente.

A radioterapia pode ser indicada em alguns casos no pós-operatório em conjunto com a quimioterapia. A imunoterapia tem indicação em poucos casos que apresentam alguns marcadores que podem ser pesquisados no tumor ou no sangue. Alguns tumores apresentam marcação de uma proteína chamada HER2 (que também aparece em tumores de mama). Nestes casos o uso de uma droga que se associa ao receptor de HER 2 na célula tumoral pode ser usada também em associação a quimioterapia.

Todos os tratamentos têm por objetivo aumentar o tempo de vida do paciente sem piorar a qualidade de vida.

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Autora: Profa. Dra. Nora Manoukian Forones
Presidente da ABCG. Oncologista Clinica. Professora titular da Universidade Federal de São Paulo e coordenadora do Setor de Oncologia gastrointestinal

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